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terça-feira, 21 de agosto de 2018

229 ANOS ATRAS...


229 anos atras...

Não há dúvida, a escolha de seu governo é e necessita ser sempre individual. O indivíduo e sua escolha deve ser respeitada, mesmo que tal escolha não seja a de todos cidadãos. O que estamos discutindo? A composição dos sonhos de uma nação. Ou melhor, do direito à sonhar.

Após a revolução do homem moderno, 229 anos atras, basicamente realizada na Franca, fez-se surgir a República liberal, justamente esta que possibilita-nos a escolha do futuro dentro da ordem do Estado.

O liberalismo, esse que vivenciamos em pleno século XXI, possibilita a democracia, afinal, como em sua essência, protege o indivíduo da força e tirania de poucos sobre muitos.
Essa dádiva da liberdade da aos homens, como exigia Rousseau,  capacitar o homem, enquanto indivíduo, ter o tão desejado direito natural,  aquele estado negado pelo absolutismo. Ou seja, o indivíduo tem o direito a vida, a liberdade, e a igualdade.

Todo cidadão deve ter voz, jamais na história da humanidade, um homem determinou a vida de outros sem prejuízo a aqueles que, de uma certa forma, acreditava proteger.

Assim, submetido, sem escolha o homem viveu tempos de miséria e muita dor. Porém sabemos, mesmo na maior de todas revoluções da liberdade, homens como Robespierre, perderam a mão do bom senso, e em nome de si fez o terror a muitos.
Não é diferente de outros, Lenin também errou, Vargas errou, Fernando Henrique e Lula, erraram, qualquer um cidadão que acredita que sua vontade ultrapassa a da maioria vai errar...

Não há nada perfeito, a vida e a política estão intrinsecamente relacionadas, são necessários os conflitos. A dialética social por uma perspectiva hegeliana, é natural para o desenvolvimento do próprio homem.

Um dia Tiradentes foi considerado subversivo, após a revolução de 1889, as escolas ensinavam ser ele um herói... Tanto faz. Tudo sempre está errado sob um ponto só de vista. 

O que vale sempre será a vontade da maioria, mesmo que ela não seja a certa. Porque o que está em jogo é a liberdade, por isso não deveríamos defender homens como solução, mas sim devemos defender a democracia como forma, mesmo que imperfeita, de busca da felicidade.

Não vamos às urnas por pessoas, vamos pela nossa liberdade, igualdade e felicidade.
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