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domingo, 24 de maio de 2015

OS ASSÍRIOS

Povos Assírios - Fonte Foto: http://obviousmag.org/
Os assírios, também conhecidos, entre outras variantes, como Caldeus, Siríacos, cristãos assírios, cristãos siríacos, cristãos caldeus, suroye, suryoye (em turco: süryaniler; em curdo: asûrî), são um grupo étnico com origem no Crescente Fértil. Hoje, seu antigo território faz parte de vários países, mas, ao contrário do que muitos acreditam, o povo assírio não sumiu depois da queda do Império Assírio mas passou a constituir minorias étnicas sob o domínio de outros grupos desde o início da Idade Média. Tradicionalmente têm vivido no Iraque, nordeste da Síria, noroeste do Irã e sudeste da Anatólia, na Turquia. Muitos migraram para a região do Cáucaso, América do Norte e na Europa durante o século passado. A principal divisão sub-étnica situa-se entre um grupo oriental (Igreja Assíria do Oriente e os "cristãos caldeus" assírios) e outro ocidental (jacobitas sírios). A Diáspora e as comunidades de refugiados são baseadas na Europa (especialmente Suécia, Grã-Bretanha, Dinamarca, Alemanha e França), América do Norte, Austrália, Nova Zelândia, Líbano, Arménia, Geórgia, sul da Rússia e Jordânia. A emigração foi desencadeada por eventos tais como o Genocídio Assírio, no período da Primeira Guerra Mundial, durante a dissolução do Império Otomano, o massacre Simele no Iraque (1933), a revolução islâmica no Irã (1979) e a Operação Anfal de Saddam Hussein. Mais recentemente, a Guerra do Iraque provocou o deslocamento da comunidade assíria da região, pois os seus membros passaram a enfrentar perseguição étnica e religiosa. Segundo a Organização das Nações Unidas, de um milhão (ou mais) de iraquianos que deixaram o Iraque desde a ocupação americana, quase 40% são assírios, embora os assírios representassem apenas 3% da população iraquiana, antes da guerra.
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

OS ARABES


Fonte da Foto: História Online CEEM

Os árabes são os integrantes de um povo heterogêneo que habita principalmente o Oriente Médio e a África setentrional, originário da península Arábica constituída por regiões desérticas e clima subtropical mediterrâneo no litoral. As dificuldades de plantio e criação de animais fizeram com que parte de seus habitantes se tornassem nômades, vagando pelo deserto em caravanas, em busca de água e de melhores condições de vida. A essas tribos do deserto dá-se o nome de beduínos. Existem três fatores que podem ajudar, em graus diversos, na determinação se um indivíduo é considerado árabe ou não:

Políticos: se ele vive em um país membro da Liga Árabe (ou, de maneira geral, no mundo árabe); essa definição cobre mais de trezentos milhões de pessoas.
Linguísticos: se sua língua materna é o árabe; essa definição cobre mais de duzentos milhões de pessoas.
Genealógicos: Pode-se traçar sua ascendência até os habitantes originais da península arábica.

A importância relativa desses fatores é estimada diferentemente por diferentes grupos. Muitas pessoas que se consideram árabes o fazem com base na sobreposição da definição política e linguística, mas alguns membros de grupos que preenchem os dois critérios rejeitam essa identidade com base na definição genealógica. Não há muitas pessoas que se consideram árabes com base na definição política sem a linguística — assim, os curdos ou os berberes geralmente se identificam como não-árabes — mas alguns sim, por exemplo, alguns Berberes consideram-se Árabes e nacionalistas árabes consideram os Curdos como Árabes.
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

O IMPÉRIO ACÁDIO

Império Acádio
O Império Acádio (também chamado Império Acadiano ou Império da Acádia ou somente Acádia) foi um Estado mesopotâmico semita do III milênio a.C. centrado na região da Acádia e com capital na cidade homônima. Surge em 2 334 a.C. como resultado das inúmeras campanhas militares de Sargão (r. 2334–2 279 a.C.) e compreendeu uma área que ia da Síria até a Baixa Mesopotâmia. Existiu por dois séculos, acabando por desintegrar-se durante o reinado de Shu-Turul (r.2168 2 154 a.C.) devido a inúmeras revoltas internas e a pressão de tribos nômades como os gútios. Quando Sargão I, patési da cidade de Acádia, subiu ao poder em 2 334 a.C. ele levou a cabo uma série de campanhas militares que culminaram na conquista de muitas das regiões circunvizinhas, terminando por criar um império de grandes proporções, cobrindo todo o Oriente Médio e chegando a se estender até o Mar Mediterrâneo e a Anatólia. Sargão I era chamado "soberano dos quatro cantos da terra", em reconhecimento ao sucesso da unificação mesopotâmica. É interessante notar, contudo, que, apesar da unificação, as estruturas políticas da Suméria continuaram existindo. Os reis das cidades-estados sumerianas foram mantidos no poder e reconheciam-se como tributários dos conquistadores acadianos. O império criado por Sargão desmoronou após dois séculos, em 2 154 a.C., em consequência de revoltas internas e dos ataques dos gútios, nômades originários dos montes Zagros, no Alto do Tigre, que investiam contra as regiões urbanizadas, uma vez que a sedentarização das populações do Oriente Médio lhes dificultava a caça e o pastoreio. Por volta de 2 150 a.C., os gútios conquistaram a civilização sumério-acadiana. O domínio intermitente dos gútios durou um século, sendo substituído no século seguinte (cerca de 2 100-1 950 a.C.) por uma dinastia proveniente da cidade-estado de Ur.
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

O Historiador


É o profissional que interpreta e investiga fatos históricos. É ele quem estuda sobre vários aspectos da história mundial, como economia, sociedade, cultura e cotidiano. É responsável por resgatar a memória da humanidade ao pesquisar documentos como manuscritos, gravações, objetos e fotos, conferindo-lhes autenticidade e estabelecendo o cronograma dos acontecimentos. O trabalho mais comum dos historiadores é na área de licenciatura, atuando em colégios de ensino fundamental e médio, cursinhos pré-vestibulares ou instituições de ensino superior. Além disso, o profissional de História pode lidar com centros de educação, pesquisa e gestão de arquivos públicos ou privados; pode também operar no setor de turismo histórico e cultural, em museus e exposições de arte. As funções que estão em alta são os trabalhos com preservação do patrimônio e resgate histórico e ainda o desempenho de um papel muito importante na reconstrução de momentos históricos para filmes, novelas e peças de teatro que passem em um determinado momento do passado. Algumas disciplinas estudadas no curso de História são: História Antiga, História Medieval, Antropologia, Sociologia, História Moderna, História da América, do Brasil, Contemporânea, Patrimônio Cultural, Filosofia e até História da Cultura Afro-Brasileira.

quarta-feira, 20 de maio de 2015

História do Brasil


A História do Brasil

Compreende, tradicionalmente, o período desde a chegada dos portugueses até os dias atuais, embora o seu território seja habitado continuamente desde tempos pré-históricos por povos indígenas. Após a chegada de Pedro Álvares Cabral, capitão-mor de expedição portuguesa a caminho das Índias, ao litoral sul da Bahia em 1500, a Coroa portuguesa implementou uma política de colonização para a terra recém-descoberta a partir de 1530. A colonização européia se organizou por meio da distribuição de capitanias hereditárias pela coroa portuguesa a membros da nobreza e pela instalação de um governo-geral em 1548.

segunda-feira, 14 de abril de 2014

HISTÓRIA DAS INQUISIÇÕES (1215-1834) - Disciplina optativa (Tópico Especial) primeiro semestre de 2014, Ministrada pelo Professor Dr. Leandro Rust.

HISTÓRIA DAS INQUISIÇÕES (1215-1834)



Disciplina optativa ofertada no curso de História (UFMT), primeiro semestre de 2014.

Conteúdo programado:
I – Da ascensão política à instituição nacional: as inquisições entre 1215 e 1834.
1. Inquisições e “Inquisição”: a história entre a “lenda negra” e o revisionismo 
2. “O sangue de Deus”: Política papal, elites senhoriais e repressão inquisitorial entre 1215 e 1480.
3. “A ferro e fogo”: católicos, protestantes e minorias na repressão inquisitorial (1480-1600)
4. “Pelo Rei e a Igreja”: violência e lógicas jurídicas nos impérios coloniais e Antigo Regime
5. “Cada um na sua fé”: Iluminismo, debates sobre tolerância e o declínio das inquisições 

II – Bruxaria 
1. “Pensando com demônios”: bruxaria e modernidade
2. “Martelos de Deus”: inquisidores, cultura popular e bruxaria nos séculos XVI e XVII

III – O imaginário sobre o Mal
1. “Reinventando o Mal”: as representações do diabo e as relações de poder entre 1250 e 1600
2. “Pelos olhos de satã”: a violência e funções sociais entre 1400 e 1700.

sexta-feira, 11 de abril de 2014

Dia Triste para a UFMT

É com pesar que recebemos a noticia do falecimento do nosso querido PELÉ da cantina, apresentamos nossas sinceras condolências aos familiares, informações sobre os atos fúnebres estão informados na Xérox do C.A. de História (ICHS). Seu sorriso fácil e verdadeiro ficará em nossas lembranças.


Amigo de Todos