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sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Professores da UFMT avaliam proposta e decidem rumo da greve



Sindicato Nacional aprovou proposta de reajuste apresentada pelo governo.
Assembleia dos professores da UFMT será na segunda-feira na Adufmat



Os professores da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) vão analisar em assembléia geral, na segunda-feira (29), a proposta de reajuste salarial de 4% aprovada nesta sexta-feira pelo Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes). A proposta prevê o reajuste a partir de março de 2012. A avaliação, que pode dar fim à greve da categoria, será discutida em uma assembléia às 8h no campus da UFMT em Cuiabá.
No entanto, o presidente da Associação dos Docentes da UFMT (ADUFMAT), Carlos Alberto Eilert, afirmou que os profissionais, que estão em greve oficialmente desde a quarta-feira (24), reivindicam reajuste de 14%. Ele explicou que na reunião na tarde desta sexta-feira, a ADUFMAT se manifestou contrária à proposta, mas prevaleceu a vontade da maioria. O sindicato nacional aprovou a proposta do governo federal por 19 votos a favor, nove contra e duas abstenções.
Carlos Eilert explicou que também foi decidido que será criado um grupo para a reestruturação do salário dos professores. O trabalho está previsto para começar no dia 14 de setembro e terminar dia 31 de março de 2012. A assembléia dos professores da UFMT será realizada na sede da ADUFMAT, na capital.

Fonte: G1 | Mato Grosso. AC


Um comentário:

Super História disse...

Ola amigos, a minha torcida pessoal e particular, é para que as aulas voltem e os professores possam lutar sempre pelos seus direitos, porém de uma forma, organizada e representativa de fato.

Me preocupa, como aluno, observar a ADUFMAT, Instituição que representa uma classe tão importante, não conseguir congregar seus participantes e projetar a força e a vontade de seus associados.

Da mesma forma também vejo professores que criticam a entidade de classe sem uma posição efetiva, seja para a mudança da mesma ou oposição direta. Porque é sabido que "uma andorinha não faz verão".

Nessa balança dos a favor e dos contra, os posicionamentos políticos sempre devem ser, na minha opinião pessoal, debatidos entre os professores que são os detentores dos resultados que serão realizados, para que a greve seja vista pela opinião pública com respeito e, como sempre, demonstre a capacidade da classe se manifestar de forma inteligente e adequada.

é o mínimo que nós esperamos...

abraços aos colegas
Ricardo Laub